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OBRIGAÇÕES FEDERAIS DIA 25 DE SETEMBRO

IPI – Bebidas – Capítulo 22 da TIPI – 0668

AGOSTO/2015

IPI apurado pelos estabelecimentos industriais dos produtos classificados no Capítulo 22 da Tabela de Incidência. Fundamento Legal: art. 52 da Lei 8.383/1991; art. 262, III do RIPI.

Nota: O período de apuração desta obrigação passou a ser mensal, ao invés de decendial, por força do art. 7º da Lei nº 11.774/2008.

Nota: O pagamento do IPI, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º.11.2008, deve ser efetuado até o vigésimo quinto dia do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores, nos termos do art. 52 da Lei nº 8.383/91, alterado pelo art. 4º da MP nº 447/2008.

Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

Nota: Em relação aos fatos geradores ocorridos entre 1º.10.2008 e 31.10.2008, conforme o artigo 62 da MP nº 449/2008, foi alterado o prazo de recolhimento do IPI para até o vigésimo quinto dia do mês subseqüente ao mês de ocorrência dos fatos geradores. Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

IPI – Cigarros do Código 2402.90.00 da TIPI – 5110

AGOSTO/2015

Pagamento do IPI – Cigarros do código 2402.90.00 da TIPI – DARF/Código 5110

Fundamentação legal: art. 262, III do RIPI.

Nota: O pagamento do IPI, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º.11.2008, deve ser efetuado até o vigésimo quinto dia do mês subseqüente ao de ocorrência dos fatos geradores, nos termos do art. 52 da Lei nº 8.383/1991, alterado pelo art. 4º da MP nº 447/2008.

Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

Nota: Em relação aos fatos geradores ocorridos entre 1º.10.2008 e 31.10.2008, conforme o artigo 62 da MP nº 449/2008, foi alterado o prazo de recolhimento do IPI para até o vigésimo quinto dia do mês subseqüente ao mês de ocorrência dos fatos geradores.

Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

IPI – Demais produtos – 5123 (Inclusive cervejas – 0821 e demais bebidas – 0838)

AGOSTO/2015

Pagamento do saldo devedor do IPI apurado pelos estabelecimentos industriais referente a todos os produtos, com exceção de bebidas (Capítulo 22), cigarros (códigos 2402.20.00 e 2402.90.00) e os das posições 84.29, 84.32, 84.33, 87.01 a 87.06 e 87.11 da TIPI – DARF/Código 5123

– Cervejas – Regime Especial de Tributação – 0821 (art. 58-J)

– Demais bebidas – Regime Especial de Tributação – 0838 (art. 58-J)

Fundamento Legal: Lei nº 10.833/2003; art. 262, III do RIPI.

Nota: A incidência do IPI sobre a cerveja e as demais bebidas teve início a partir do fato gerador janeiro/2009.

Nota: O pagamento do IPI, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º.11.2008, deve ser efetuado até o vigésimo quinto dia do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores, conforme art. 52 da Lei nº 8.383/91, alterado pelo art. 4º da MP nº 447/2008.

Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

Nota: Em relação aos fatos geradores ocorridos entre 1º.10.2008 e 31.10.2008, conforme o artigo 62 da MP nº 449/2008, foi alterado o prazo de recolhimento do IPI para até o vigésimo quinto dia do mês subseqüente ao mês de ocorrência dos fatos geradores. Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

IPI – Veículos e Chassis – Posições 87.03 e 87.06 da TIPI – 0676

AGOSTO/2015

Pagamento do saldo devedor do IPI apurado pelos estabelecimentos industriais referente a automóveis de passageiros e chassis com motor, classificados nas posições 87.03 e 87.06 da TIPI. Fundamentação Legal: art. 262, III do RIPI.

Nota: O período de apuração desta obrigação passou a ser mensal, em vez de decendial, por força do art. 8º da MP nº 428/2008.

Nota: O pagamento do IPI, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º.11.2008, deve ser efetuado até o vigésimo quinto dia do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores, nos termos do art. 52 da Lei nº 8.383/1991, alterado pelo art. 4º da MP nº 447/2008. Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

Nota: Em relação aos fatos geradores ocorridos entre 1º.10.2008 e 31.10.2008, conforme o artigo 62 da MP nº 449/2008, foi alterado o prazo de recolhimento do IPI para até o vigésimo quinto dia do mês subseqüente ao mês de ocorrência dos fatos geradores. Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

IPI – Veículos e Máquinas Agrícolas – 1097 (outros veículos e máquinas agrícolas, inclusive motocicletas)

AGOSTO/2015

Pagamento do saldo devedor do IPI apurado pelos estabelecimentos industriais referente a veículos pesados, tratores, máquinas agrícolas, motocicletas e outros veículos não incluídos no Código DARF 0676, classificados nas posições 84.29, 84.32, 8433, 8701, 8702, 8704, 8705 e 8711 da TIPI.

Fundamentação Legal: art. 262, III do RIPI.

Nota: O período de apuração desta obrigação passou a ser mensal, em vez de decendial, por força do art. 8º da MP nº 428/2008.

Nota: O pagamento do IPI, para os fatos geradores ocorridos a partir de 1º.11.2008, deve ser efetuado até o vigésimo quinto dia do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores, nos termos do art. 52 da Lei nº 8.383/91, alterado pelo art. 4º da Medida Provisória nº 447 de 2008. Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

Nota: Em relação aos fatos geradores ocorridos entre 1º.10.2008 e 31.10.2008, conforme o artigo 62 da Medida Provisória nº 449, de 03.12.2008, foi alterado o prazo de recolhimento do IPI para até o vigésimo quinto dia do mês subseqüente ao mês de ocorrência dos fatos geradores. Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

PIS/Pasep e COFINS

AGOSTO/2015

Pagamento mensal da Contribuição para o Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP e para a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS.

PIS: Faturamento – 8109; Folha de salários – 8301; Fabricantes/Importadores de veículos em substituição tributária – 8496; Combustíveis – 6824; Não-cumulativo – 6912; Vendas à Zona Franca de Manaus (ZFM) – Substituição Tributária – 1921; Cervejas – Regime Especial de Tributação – 0679; Demais bebidas – Regime Especial de Tributação – 0691; Álcool – Regime Especial de Apuração e Pagamento – 0906.

PASEP: Pessoa jurídica de direito público – 3703;

COFINS: Demais Entidades – 2172; Fabricantes/Importadores de veículos em substituição tributária – 8645; Combustíveis – 6840; Não-cumulativa – 5856; Vendas à Zona Franca de Manaus (ZFM) – Substituição Tributária – 1840; Cervejas – Regime Especial de Tributação – 0760; Demais bebidas – Regime Especial de Tributação – 0776; Álcool – Regime Especial de Apuração e Pagamento – 0929.

O pagamento das Contribuições para o PIS/PASEP e da COFINS deverá ser efetuado até o 25º (vigésimo quinto) dia do mês subsequente ao mês de ocorrência dos fatos geradores.

Fundamento Legal: art. 18 da Medida Provisória nº 2.158-35/2001; art. 10 da Lei nº 10.637/2002; art. 11 da Lei nº 10.833/2003.

Nota: Excepcionalmente, foi prorrogada para o último dia útil da 1ª (primeira) quinzena do mês de novembro e dezembro a data de vencimento do PIS/PASEP e da COFINS dos fatos geradores ocorridos em abril e maio de 2012 respectivamente, conforme Portaria MF nº 206/2012.

Nota: A partir de 2009 a cerveja, as demais bebidas e o álcool passaram a submeter-se ao Regime Especial de Tributação previsto no art. 58-J da Lei 10.833/2003 e no art. 5º da Lei 9.718/1998.

Nota: Em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º.10.2008, o pagamento da contribuição para o PIS/PASEP e COFINS deve ser efetuado até o dia 25 do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores, conforme Medida Provisória nº 447/2008 convertida na Lei nº 11.933/2009, exceto às entidades financeiras e equiparadas, referidas no § 1º do art. 22 da Lei nº 8.212/91. Caso o dia do vencimento não seja dia útil, deve ser antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder.

Nota: Entre 15.06.2007 e 30.09.2008, o prazo para o recolhimento do PIS/PASEP e COFINS era até o último dia útil do segundo decêndio subsequente ao mês de ocorrência dos fatos geradores, conforme Lei nº 11.488/2007.

Obrigações Federais Dia: 23 de Setembro

IOF – Imposto sobre Operações Financeiras

2º DECENDIO SETEMBRO/2015

O IOF incide sobre as operações de crédito, operações de câmbio, operações de seguro realizadas por seguradoras, operações relativas a títulos ou valores mobiliários e operações com ouro, ativo financeiro, ou instrumento cambial.

As pessoas jurídicas responsáveis pelo recolhimento do imposto deverão efetuar o pagamento ao Tesouro Nacional até o 3º (terceiro) dia útil subsequente ao decêndio de ocorrência dos fatos geradores, no caso de aquisição de ouro, ativo financeiro, e até o 3º (terceiro) dia útil subsequente ao decêndio da cobrança ou do registro contábil do imposto, nos demais casos, mediante os seguintes códigos de receita:

IOF – Operações de crédito – Mutuário pessoa jurídica – DARF 1150

IOF – Operações de crédito – Mutuário pessoa física – DARF 7893

IOF – Operações de câmbio – Entrada de moeda – DARF 4290

IOF – Operações de câmbio – Saída de moeda – DARF 5220

IOF – Aplicações financeiras – DARF 6854

IOF – Factoring – DARF 6895

IOF – Seguros – DARF 3467

IOF – Ouro, ativo financeiro – DARF 4028

Fundamento Legal: Lei nº 5.143/1966, artigo 70, II da Lei nº 11.196/2005, arts. 10, 17, 24, 35 e 40 do RIOF – Dec. nº 6.306/2007 e IN RFB nº 907/2009.

Nota: O recolhimento do IOF-Contrato de Derivativo (Darf 2927) será efetuado até o último dia útil do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores, conforme Port. MF nº 560/2011.

Nota: Será efetuado no dia 31 de janeiro de 2012, o recolhimento do IOF incidente sobre o valor nocional ajustado, na aquisição, venda ou vencimento de Contrato de Derivativo financeiro (Darf 2927) celebrado no País que, individualmente, resulte em aumento da exposição cambial vendida ou redução da exposição cambial comprada, relativo aos fatos geradores ocorridos no período de 16 de setembro a 31 de dezembro de 2011, conforme Port. MF nº 560/2011.

Nota: O recolhimento do IOF incidente sobre o valor nocional ajustado, na aquisição, venda ou vencimento de contrato de derivativo financeiro (Darf 2927) celebrado no País que, individualmente, resulte em aumento da exposição cambial vendida ou redução da exposição cambial comprada, relativo aos fatos geradores ocorridos no período de 27 de julho a 30 de novembro de 2011, será efetuado no dia 29 de dezembro de 2011, conforme Port. MF nº 464/2011. Portaria Revogada.

Nota: O recolhimento do IOF incidente sobre as operações com derivativos financeiros cujo valor de liquidação seja afetado pela variação da taxa de câmbio e que resultem em aumento da exposição líquida vendida em relação à apurada ao final do dia útil anterior, no âmbito da mesma instituição autorizada a registrar contratos de derivativos, relativo aos fatos geradores ocorridos no período de 27 de julho a 30 de setembro de 2011, será efetuado no dia 5 de outubro de 2011.

Em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de outubro de 2011, os recolhimentos do imposto serão efetuados até o 3º (terceiro) dia útil subsequente ao decêndio de sua cobrança, conforme Port. MF nº 370/2011.

Nota: Relativamente ao mês de dezembro de 2007, os recolhimentos serão efetuados até o 3º (terceiro) dia útil do 2º (segundo) decêndio, para os fatos geradores ocorridos no 1º (primeiro) decêndio; e até o último dia útil do 1º (primeiro) decêndio do mês de janeiro de 2008, para os fatos geradores ocorridos no 2º (segundo) e no 3º (terceiro) decêndio.

Nota: Relativamente ao mês de dezembro de 2006, os recolhimentos serão efetuados até o 3º (terceiro) dia útil do decêndio subsequente, para os fatos geradores ocorridos no 1º (primeiro) e 2º (segundo) decêndios; e até o último dia útil do 1º (primeiro) decêndio do mês de janeiro de 2007, para os fatos geradores ocorridos no 3º (terceiro) decêndio.

IRRF – Imposto de Renda Retido na Fonte – Periodicidade Decendial

2º DECENDIO SETEMBRO/2015

Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte, até o 3º dia útil subseqüente ao decêndio de ocorrência dos fatos geradores, no caso de: a) juros sobre o capital próprio e aplicações financeiras, inclusive os atribuídos a residentes ou domiciliados no exterior, e títulos de capitalização; b) prêmios, inclusive os distribuídos sob a forma de bens e serviços, obtidos em concursos e sorteios de qualquer espécie e lucros decorrentes desses prêmios; e c) multa ou qualquer vantagem paga ou creditada por pessoa jurídica, ainda que a título de indenização, a beneficiária pessoa física ou jurídica, inclusive isenta, em virtude de rescisão de contrato (art. 70 da Lei nº 9.430/1996). Fundamento Legal: Art. 70, “b” da Lei nº 11.196/2005.

IRRF/CSLL/PIS/COFINS Retidos na Fonte – Órgão Público Federal – Semanal

3ª SEMANA SETEMBRO/2015

Os órgãos da administração pública federal direta, autarquias e fundações federais estão obrigadas a retenção na fonte do Imposto sobre a Renda – IR, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL, da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para a COFINS sobre os pagamentos que efetuarem às pessoas jurídicas, pelo fornecimento de bens ou prestação de serviços em geral.

Os valores retidos deverão ser recolhidos ao Tesouro Nacional, mediante DARF até o 3º (terceiro) dia útil da semana subsequente àquela em que tiver ocorrido o pagamento. Fundamento Legal: art. 7º, I da Instrução Normativa RFB nº 1.234/2012.

Novas regras para aposentadoria!

Pela nova fórmula, a aposentadoria integral está condicionada à soma da idade do trabalhador com o tempo de contribuição. Hoje, o valor é de 85 para mulheres e 95 para homens. Até 2022 os valores passam para 90/100.

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As novas regras para aposentadoria já estão valendo. Está em vigor um sistema de pontos, alternativo ao fator previdenciário, para o recebimento da aposentadoria integral. Até dezembro de 2016, mulheres poderão se aposentar de forma integral quando a soma de sua idade com os anos de contribuição ao INSS for igual a 85. E homens, quando a soma for igual a 95. A partir de 2017, até 2022, o número de pontos necessários será elevado gradualmente até chegar a 90 para mulheres e 100 para homens.
Pelo novo critério, os trabalhadores escaparão dos efeitos do fator previdenciário (dispositivo que reduz o valor dos benefícios em caso de aposentadoria precoce), que continuará existindo e poderá ser usado por quem quiser se aposentar antes de atingir à soma mínima da nova regra, ainda que com um benefício menor.
A mudança está prevista na medida provisória (MP) 676, editada pela presidente Dilma Rousseff, que vetou a chamada fórmula 85/95, aprovada pelo Congresso por meio do Projeto de Lei de Convenção (PLV) 4/2015, estabelecendo o cálculo progressivo. Agora, o Congresso tem até 120 dias para analisar a proposta.
“A proposta do Congresso (de estabelecer a regra 85/95) privilegia quem começa a trabalhar cedo”, diz a presidente da Comissão de Direito Previdenciário e Assistência Social da OAB-CE, Maria Regina Jansen Alcântara. “Para o segurado era mais vantajoso, mas para o governo não. Eu gostava da regra 85/95, mas a mudança, com o período de transição, será benéfica. É uma medida de ajuste fiscal de redução de custos”.
Cortes

Com a fórmula progressiva, o governo espera cortar, até 2026, em R$ 50 bilhões os gastos que teria com Previdência Social. Ontem, durante a apresentação da MP, o ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, disse que a medida provisória é “uma solução momentânea” que não resolve todos os desafios da Previdência.
“A solução definitiva deve ser debatida no Fórum da Previdência Social”, disse o ministro.
Gabas classificou a proposta fixa do Congresso como “um equívoco”, porque não levava em conta a mudança da expectativa de vida da população.
“Essa nova medida, foi benéfica e necessária, pois visa garantir a sustentabilidade da Previdência”, diz o advogado tributarista Ciro Barbosa.
“As pessoas observam apenas a expectativa de vida ao se aposentar e se esquecem do terceiro elemento do fator previdenciário: o tempo de contribuição. A inobservância deste item pode trazer perdas bem maiores ao benefício do que a idade e expectativa de vida.” (com agências)

Saiba mais
Fator previdenciário

Criado em 1999 para conter os gastos da Previdência Social, é um mecanismo que reduz os benefícios de quem se aposenta antes da idade mínima de 60 anos para mulheres e 65 anos para homens, e busca incentivar o contribuinte a trabalhar por mais tempo. Quanto menor a idade no momento da aposentadoria, maior é o redutor do benefício. O fator previdenciário se baseia na idade do trabalhador, tempo de contribuição à Previdência Social, expectativa de sobrevida do segurado.

Com as novas regras, o fator previdenciário continuará valendo como a base para calcular o valor recebido pelo trabalhador que quiser se aposentar antes de atingir a nova marca. Mas a fórmula proposta pela MP 676 é uma alternativa para escapar do desconto em caso de aposentadorias precoces.
O trabalhador pode pedir aposentadoria desde que tenha 30 e 35 anos de contribuição, mulheres e homens respectivamente, ou tenha 60 e 65 anos, com um mínimo de 15 anos de contribuição.
Professores

A MP editada pela presidente prevê ainda que serão acrescidos cinco pontos à soma da idade com o tempo de contribuição no caso de professores que comprovarem exclusivamente tempo de efetivo exercício de magistério na Educação Infantil e no Ensino Fundamental e Médio.

Fonte: http://www.opovo.com.br/app/opovo/leisetributos/2015/06/19/noticiasjornalleisetributos,3456471/novas-regras-para-aposentadoria-ja-estao-em-vigor.shtml

Obrigações federais, 2ª SEMANA SETEMBRO/2015

Os órgãos da administração pública federal direta, autarquias e fundações federais estão obrigadas a retenção na fonte do Imposto sobre a Renda – IR, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL, da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para a COFINS sobre os pagamentos que efetuarem às pessoas jurídicas, pelo fornecimento de bens ou prestação de serviços em geral.

Os valores retidos deverão ser recolhidos ao Tesouro Nacional, mediante DARF até o 3º (terceiro) dia útil da semana subsequente àquela em que tiver ocorrido o pagamento.Fundamento Legal: art. 7º, I da Instrução Normativa RFB nº 1.234/2012

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Obrigações Federais para o dia 16/09

IRRF/CSLL/PIS/COFINS Retidos na Fonte – Órgão Público Federal – Semanal

Novas regras e edição da Lei dos domésticos (Lei complementar 150 de 1° de Junho de 2015)

Conforme determina  Lei 150/2015 art° 31 a partir de 01/10/2015 os tributos referente a empregada doméstica deverá ser recolhido mensalmente,  mediante um único documento de arrecadação dos seguintes valores:

  • 8% à 11% INSS descontado do funcionário.
  • 8% INSS da empresa substituindo os 12% hoje pago.
  • 0,08% para contribuição do seguro contra acidente do trabalho
  • 8% para contribuição FGTS
  • 3,2% destinada para pagamento indenização compensatória para dispensa sem justa causa ou por culpa do empregador em caso de pedido o valor retorno ao empregador.

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Nesta Lei também está previsto e entrará em vigor apartir 01/10/2015

  • Contrato de Experiência de ate 90 dias.
  • Carga horária de 44 semanais.
  • Hora extra de 50% em caso de hora extraordinária, e 100% em domingos e feriados e Noturno 20% 22h00min às 05h00minmim.
  • Regime de compensação mediante acordo.
  • Adicional de 25% para viagem caso ocorra.
  • Obrigatório registro do horário por meio manual, mecânico ou eletrônico.
  • Intervalo de no mínimo 1 hora e no maximo 2 horas ou 30mim mediante acordo escrito entre as partes.
  • Aviso Indenizado e Aviso Proporcional.
  • Salário Família.
  • Seguro Desemprego.

GFIP – GUIA DE RECOLHIMENTO DO FGTS E DE INFORMAÇÕES À PREVIDÊNCIA SOCIAL

A GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social – é de entrega obrigatória para todas as pessoas físicas ou jurídicas sujeitas ao recolhimento do FGTS ou às contribuições/informações à Previdência Social.

A GFIP deverá ser entregue mensalmente, a partir de 01 de fevereiro de 1999, quando houver :

  • recolhimento ao FGTS e informações à Previdência Social;
  • apenas recolhimento ao FGTS;
  • apenas informações à Previdência Social.

A GFIP deverá ser entregue até o dia 7 do mês seguinte ao da competência. Caso não haja expediente bancário no dia 7, a entrega deverá ser antecipada para o dia de expediente bancário imediatamente anterior.

As informações deverão ser apresentadas por meio magnético, gerado pelo programa SEFIP – disponível para download no site da Caixa Econômica Federal – CEF (www.cef.gov.br).

Para obter maiores detalhamentos e atualizações acesse GFIP/SEFIP no Guia Trabalhista On line.

Fonte: http://www.portaldecontabilidade.com.br/obrigacoes/gfip.htm

Soluções digitais para a contabilidade das pequenas e médias empresas

Do orçamento até o faturamento, passando pelo monitoramento dos salários dos funcionários e a cobrança dos clientes, a saúde de uma pequena empresa também depende de sua contabilidade. Para gerenciar melhor suas contas e controlar suas finanças, as pequenas e médias empresas podem ter acesso à certas soluções digitais. Pagas ou gratuitas, alojadas nos servidores das empresas ou na nuvem, essas soluções representam economia de tempo e segurança, caso haja imprevistos.

O digital, um desafio para as pequenas e médias empresas

O uso diário de ferramentas digitais não é mais privilégio das grandes empresas. Porém, a integração do digital nos hábitos das pequenas e médias empresas ainda é insignificante. Em 2014, por exemplo, foi estimado que apenas a metade das empresas com menos de 20 funcionários possuía um site internet. Além do site internet usado como vitrine das atividades, ou como ponto de contato, as pequenas e médias empresas têm à sua disposição uma série de soluções como a gestão comercial, a gestão de relacionamento com os clientes (CRM), a faturação e a contabilidade, as comunicações telefônicas por VOiP, o armazenamento online, etc. Essas soluções podem ser voltadas para um uso sedentário ou móvel. Elas também podem ser implementadas dentro da empresa ou desenvolvidas como software SaaS (Software as a Service). Integrar o uso regular desse tipo de solução representa um desafio para a empresa. Isto significa acompanhar a evolução dos hábitos dos clientes, continuar competitivo em relação aos concorrentes e economizar tempo nas tarefas diárias: maior eficácia, quer dizer, economia de tempo e redução de custos graças a uma melhor organização do trabalho e a conquista de novos mercados e maior competitividade com a adaptação às novas tecnologias e a fidelização da clientela. A implementação de soluções digitais pode exigir uma reorganização da empresa.

Escolher uma solução digital para a sua contabilidade

Definir as necessidades da empresa

Dependendo da atividade da empresa, as necessidades em termos de contabilidade podem variar. Pode-se elencar a digitação de faturas de compras ou vendas (produtos ou serviços), a gestão de prazos de pagamento, a recuperação de clientes, o companhamento do fluxo de caixa da empresa, a previsão das receitas em função dos orçamentos e das vendas, o acompanhamento dos salários dos funcionários e das despesas da empresa e, finalmente, a preparação do balanço.

Os softwares de contabilidade podem facilitar esse tipo de tarefas. Porém, no caso da empresa confiar uma parte de sua contabilidade a um especialista, pode ser aconselhável usar uma solução mais simples, que administre apenas a função necessária. Por exemplo, apenas a funcionalidade de orçamento e faturamento, se a gestão salarial for confiada a um prestador de serviços externo. A empresa também deverá definir quais serão os usuários da solução, conhecer suas habilidades e prever formações complementares, caso seja necessário. Também é recomendado determinar o número de usuários, pois certas soluções podem faturar seus serviços em função do número de pessoas que as usam.

Quantidade de armazenamento para os dados

A solução escolhida pode ficar alojada nos servidores da empresa (software livre ou pago, para baixar) ou utilizável online (software SaaS, gratuito ou pago).

Alojamento nos servidores da empresa:

Como as necessidades em termos de mobilidade (vendedores in loco, profissionais que viajam, etc) estão cada vez mais significativas, o uso de uma solução compatível com os dispositivos móveis é quase uma prioridade: certifique-se de que a solução pode ser acessada por vários usuários ao mesmo tempo, verifique se ela é compatível com os sistemas operacionais dos computadores da empresa. E, tratando-se de dados sensíveis, verifique se os controles de segurança adaptados foram implantados nos servidores da empresa e se os dados são salvos regularmente.

Alojamento do tipo cloud (softwares online):

A hospedagem online pode oferecer várias vantagens para os profissionais como o fácil acesso aos dados desmaterializados, seja qual for o computador, o backup e sincronização dos dados em tempo real, o acesso aos documentos compartilhados, mesmo em viagens. No entanto, este tipo de solução requer uma segurança mais reforçada. Assim, deve-se verificar as garantias de segurança e privacidade (dados criptografados, detecção de intrusões, etc), bem como, se a solução fornece o monitoramento de conexões e permite a desconexão remota (especialmente recomendada para profissionais que se conectam a partir de um dispositivo móvel). Certifique-se, também, de que os dados sejam devidamente salvos e acessíveis à empresa.

Fonte: http://br.ccm.net/faq/25053-solucoes-digitais-para-a-contabilidade-das-pequenas-e-medias-empresas

Terceirização da Contabilidade

Quando uma empresa resolve terceirizar a sua contabilidade, entenda-se departamento contábil, departamento  pessoal e departamento fiscal, o que ela espera do seu contador?

Vejamos, se ela terceirizou seus serviços indiretos, ela quer se concentrar em sua atividade fim, ou melhor, naquilo que gera receita para sua empresa, mas também quer tranquilidade na sua área tributária, quer poder desenvolver seu trabalho sem ter outras preocupações e que podem gerar fiscalizações, multas, etc…E o que um escritório contábil deve fazer para trazer a tão sonhada “tranquilidade” para seu cliente?

Abaixo listo alguns procedimentos que acredito que podem contribuir para isso:

– Primeiro contato com o cliente, explicar a ele, que tudo que ele paga ou recebe, deve estar respaldado por um documento hábil (nota fiscal, duplicata, e em alguns casos recibo, com o cnpj ou cpf do prestador do serviço, e às respectivas retenções, etc…), esclarecer que qualquer venda de bens ou direitos, tipo veículos, máquinas, etc… devem ser comunicados ao escritório contábil, para que este calcule se haverá ganho de capital ou não, pois o ganho de capital, é tributado.

– Segundo, solicitar ao cliente que abra uma conta corrente no banco, para registrar toda a movimentação financeira da empresa, e fornecê-lo mensalmente a sua contabilidade, para que não se confunda o patrimônio da empresa com o patrimônio dos sócios, princípio da entidade.

– Terceiro. Determinar prazos para o cliente entregar os documentos, e o escritório tenha tempo hábil para escriturar a documentação e apresentar um relatório com a posição econômica da empresa.

– Quarto. Marcar uma reunião com o cliente do escritório para analisar e explicar o balanço patrimonial e demais demonstrativos contábeis, para que ele entenda a sua contabilidade e melhore seu planejamento para o trimestre ou ano seguinte.

– Quinto. Investir em um bom sistema de contabilidade, e investir em treinamento dos funcionários, pois os funcionários são o maior patrimônio de uma empresa, de que adianta o melhor sistema, os melhores equipamentos, se ninguém souber usar, ou usar 10 por cento da sua capacidade, isso é desperdício de tempo e inteligência, e o modus operanti de um escritório é a inteligência, e ela deve ser desenvolvida para que melhore seu desempenho.

Basicamente, acredito que esses procedimentos façam parte da sua estratégia para conquistar e principalmente manter os clientes, com um bom relacionamento interpessoal com clientes seguido por transparência e orientação, para que ele saiba os riscos que corre trabalhando na ilegalidade, e seja incentivado a trabalhar corretamente dentro da legislação, esse é um dos papéis do contador moderno.

Fonte: http://www.contabeis.com.br/artigos/2798/terceirizacao-da-contabilidade/

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Tirar o conceito de que a contabilidade é algo medonho....

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